09 maio 2012

Tirinha.

Eu sou uma arquiteta que não desenha. Não desenha no sentido de não ter o hábito de desenhar. Ou talvez no sentido de não saber desenhar (como vou saber?). Me incomoda bastante isso e sempre planejo que um dia...eu vou conseguir dedicar alguns minutos...

Eu adoro essas ilustrações em que o autor só se preocupa em transmitir a idéia e as figuras ficam lindamente distorcidas e espontâneas. Queria ser independente assim da realidade.

Hoje eu fiz uma tirinha! É assim que chama? Cartoon é demais.
(Não consigo me livrar da sensação de estar sendo observada sempre que desenho).



A frase eu li e gostei em Suave é a noite, Scott Fitzgerald (sim, ainda...)

A técnica é mista: canetinha hidrográfica e esmalte Risqué Penélope Charmosa sobre sulfite.

08 maio 2012

No fundo...

Frio e chuva no Cerrado.
Hoje foi dia de sopa e filme.

Sopa de couve flor e gengibre, super confortável (receita do meu livro novo de receitas).

Filme No fundo nem tudo é memória, presente do diretor e meu amigo Tchê. Gostei muito, me deu uma vontade de reler Cidades Invisíveis. Adoro quando leio ou vejo alguma coisa que me dá vontade de ler e ver outras coisas...

Trailler do filme:
http://cassfilmes.blogspot.com.br/2012/02/no-fundo-nem-tudo-e-memoria.html

Foto da sopa:

06 maio 2012

Praça da Assembléia, BH

Hoje fui caminhar na Praça da Assembléia. É a praça mais próxima da minha casa em BH e eu não sei explicar porque nunca tinha ido caminhar lá. Aliás nunca tinha ido lá. Acho que alguém me contou uma vez que tinha sido assaltado, eu fiquei com essa imagem e nunca fui. Ou então não foi nada disso. Fato é que a coisa que nunca fiz antes de hoje foi caminhar na Praça da Assembléia. Tenho que fazer uma ressalva. Quando cheguei, aproveitei pra tirar umas fotos, o céu estava com uma cor linda. Comecei a caminhar, dei duas voltas, 10 minutos, e começou a chover. Mas tecnicamente valeu. Vou ter que repetir o programa, mas para não infringir a regra #0*, não postarei aqui.


Bônus: Fui conhecer o filho de uma grande amiga, que nasceu enquanto eu estava na Colômbia. Cheiroso demais.


*Regra #0: A coisa que eu nunca fiz antes deve ser uma coisa que eu NUNCA fiz antes. Coisas que eu já fiz antes, mas não lembro porque eu era criança e só sei porque alguém me contou, valem.

05 maio 2012

Gabo e o Terroir

Desde que vi o filme O amor nos tempo do Cólera, incluí mais um item na minha lotada lista de pendências. Ler o livro. Prefiro ler o livro antes de ver o filme. Aliás eu tinha um projeto Leia o livro, veja o filme, que nunca foi bem sucedido. Agora que fui pra Cartagena, isso virou um cenário. Sabe como? Você faz outras coisas, mas aquela idéia fica ali, incomodando? Fui pra Buenos Aires ano passado e não entendi NADA que aquela turma falava. E fui pra Colômbia e consegui entender almost tudo! Inclusive duas pessoas me falaram que meu espanhol era ótimo (hein?). No hablo patavinas de espanhol. Mas depois de tanto incentivo e de conhecer a cidade, me empolguei. Então meu plano quando voltei era: ler O amor nos tempos do cólera em espanhol (ui!) e depois rever o filme, pra re-conhecer Cartagena.
Sai da academia e fui conhecer essa livraria na Savassi. Ela já está lá há muito tempo, mas eu nunca tinha ido. Mas sempre achei que eu devia ir. E eu tinha razão.
Parece um lugar onde amigos sempre se encontram. Todo mundo conhecido (menos yo), café amistoso, mesinhas na calçada, atendimento "cordial não invasivo" (meu preferido). Só não tinha meu livro em espanhol. 
Mas como sempre tenho um bom pretexto pra ir a uma livraria, foi mais um. E vai servir como próxima desculpa.


Closer: Minha amiga Nat passou aqui em casa já eram mais de 23:00 horas, querendo tomar um vinhozinho. Fomos então conhecer o Terroir, bistrozinho inaugurado há uns seis meses aqui perto, também novidade pra mim. Uma graça, lamparinas na mesa, atendimento impecável, massas da casa, cervejas especiais e vinhos. Adorei.

P.s. Eu adoro o filme! Tenho uma ansiedade tão grande pra ler o livro, quase um medo.

04 maio 2012

Centro de Arte Popular - Cemig

Há um tempo estou vigiando este prédio. Vi uma placa com os dados da obra, apareceu um entulho na calçada e depois parou. Desenharam uns bonecos palito com perna de pau no tapume, que eu achei bem humorado, até tirei umas fotos.
Enfim, o Centro de Arte Popular foi inaugurado. E aproveitando os últimos dias de férias, fui conhecê-lo com minha mãe.
Espetacular. Pra quem gosta de arte popular (meu caso) é maravilhoso. E pra quem não conhece, vá rápido.
Tirei a primeira foto e o monitor Helder (muito gentil) me informou que não era permitido. Ok, desculpe.
Tentei tirar outras da fachada, e percebi que ainda não sei mexer na minha máquina.


Lindas as noivas do Jequitinhonha! Já conhecia, mas me impressiono sempre.
E maravilhosas as peças em cerâmica da comunidade do Candeal, Cônego Marinho.



Essas duas últimas fotos peguei no Google (calma Helder).

Ótimo programa! Recomendo muitíssimo!
Segue o link com horários e tal:
http://www.circuitoculturalliberdade.mg.gov.br/museus-e-espacos/centro-de-arte-popular-cemig



03 maio 2012

Um método perigoso

Sabe o que eu nunca tinha feito antes? Pesado 57 quilos! Sim, este é o número que passei o dia tentando compreender. Mas essa não é a "coisa que nunca fiz antes" do dia, pois assim regulamenta a regra número 2:

Regra #2: A "coisa que nunca fiz antes" não pode ser um fato acidental, passivo. Deve ser algo intentado (v.t. Tentar, projetar. Formular, propor em juízo: intentar uma ação. Esforçar-se por, diligenciar). 

A "coisa que nunca fiz antes" deve ser fruto de tentativa, esforço. Portanto engordar está fora. Já emagrecer vale.

Com essa super motivação, fui visitar a filial de BH da academia em que eu sou aluna. Visitar e malhar. Que energia essa produzida pelo desespero! Benzadeus. Essa foi a "cqnfa*" de hoje.
Pra fechar o dia, fui ao cinema ver Um Método Perigoso. Gostei muito. E o intrigante é que o filme tem relação íntima com o trecho de Suave é a noite que estou lendo neste exato momento. Não sou spoiler nem crítica (profissionalmente falando), portanto não vou falar sobre eles, apenas que gostei muito do filme e estou gostando muito do livro.



*Só pra evitar o vício de linguagem.
 
 
P.S. A capa do meu livro é esta mesma. Comprei num sebo na frente do meu trabalho. 


02 maio 2012

A Parisiense salva o dia.

Ok, feriado.
Passei boa parte do dia com minha avózinha, que tem 100 anos, 1 mês e 19 dias (estava escrito assim no prontuário médico) no hospital.
Mesmo assim, consegui começar e terminar de ler (leitura dinâmica, meio ansiosa...) o livro "A Parisiense, o guia de estilo de Ines de la Fressange". Que bom que eu fiz isso! Já estava de olho neste livro há alguns meses e resolvi comprar. Que delícia! Mas a melhor parte foi ouvir meu pai comentando sobre ele com minha mãe (que ele pegou dando sopa sobre a mesa e resolveu dar uma folheada).
Muito bom. O livro agrada les filles e leurs pères!
E dá uma saudadinha louca de Paris. Dei uma entrada no Decolar só pra não perder o costume. 

Ainda vou relê-lo. E depois outra vez. E mais muitas. Segue um trecho publicado em Veja-on-line para tirar um gosto:

http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/a-parisiense.shtml

Hoje ainda tentei ir a um bar novo. Quer dizer, novo pra mim, perto da minha casa. Mas o tal horário do silêncio não permitiu. Tem isso agora por aqui. Então fui ao bar velho mesmo, manjado, nem tão bom mais assim. Mas tomei uns mojitos pra curtir o banzo da viagem à Colômbia. Não funcionou.