11 junho 2012

Arranjo técnico (gambiarra).

Saí de casa com o plano de comprar outro DVD player ou um Blu-ray player porque uma das surpresas que tive quando voltei de viagem (há um mês...) foi encontrar o meu estragado. Sai do trabalho e resolvi consertar o meu. Nunca fiz antes nada parecido, mas tenho coragem.
Resolvi tentar porque não concordo com essa sociedade que descarta tudo e todos sem tentar recuperá-los antes. Não, agora sério. Um DVD da minha série favorita estava sumido e havia grande chance dele estar preso lá dentro. Juntei meu instrumental, chave de philips, martelo de borracha, tesoura, isqueiro, cola de bijouteria e comecei o trabalho.




Descobri o problema, uma borracha arrebentou. Não consegui consertar pois faltou uma peça. Preciso de um elástico de cabelo. Vou comprar amanhã.

Ah, o DVD não estava lá.

09 junho 2012

Ephigenia.

Voltei pra BH pela segunda vez esta semana.
E pra alegrar o meu dia, resolvi conhecer um lugar que há muito estava na minha cabeça.
Através do blog da artista Daniela Karam, que faz umas estampas lindíssimas, vi uma foto do Ephigênia Bistrot e adorei o lugar. E muito tempo depois, voilá!
Realmente o lugar é muito lindo (adoro coisas lindas!) e o atendimento excelente. A comida não foi de fazer levitar, mas foi digna. Mas já falei que o lugar é lindo?


 E o site da Daniela Karam é http://www.danielakaram.com.br/2010/.

07 junho 2012

Café no Mousse cake.

Hoje eu fui tomar um café no Mousse Cake. Não era minha primeira opção, confesso, porque sempre vou lá para jantar. Mas cafeteria é artigo de luxo nesta cidade, então resolvi ver qual é.
Tomei um capuccino Illy, que vem com pedaços de chocolate e espuma de leite, e um pão de queijo grande recheado com tomate, queijo e manjericão. A decoração é muito interessante e os talheres vêm em um saquinho de tecido, muito gentil. Sempre penso em dar essa idéia pra minha mãe. Vou ver se lembro desta vez.


A foto não é minha e o café não foi esse. Tinha biscoitinho também. Foi muito confortável, combinou com o dia chuvoso.

101 Things to Learn in Art School.

Resolvi ler o livro 101 Things to Learn in Art School, que comprei em NY em setembro do ano passado. Percebeu que compro ou planejo várias coisas e só faço muito tempo depois?
Não sei se ler é a o verbo quando se trata deste livro. São pequenas lições, poucas frases, que tratam de um assunto ou conceito, com ilustrações. Delícia. E o livro tem uma capa emborrachada, um formato quadrado e pequeno, pra levar pra todo lado. Eu levaria se minha bolsa não pesasse always 6 quilos. Mas está na cabeceira.

Uns trechos para tiragosto:

Lição 14: Todas as imagens são abstrações.
Lição 54: O tempo é um elemento essencial em todas as mídias.
Lição 71: A luz sob a qual você trabalha afeta tudo o que você faz.
Lição 91: Escala é um componente crítico de todo trabalho. 


Só depois que copiei essa imagem do google, percebi o detalhe em alto relevo da capa, embaixo.
Lembrei. Comprei no museu The Frick Collection. Imperdível.

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101 Things to Learn in Art School
Autor: kit White
Editora: MIT Press







06 junho 2012

Roleau de choses à la maison.

Hoje eu inventei uma receita. E a batizei com o nome de Roleau de choses à la maison, que significa "Rolo de coisas que estão por ali" (tradução livre).
Não almocei porque meu vôo foi às 13 horas, então comi aquela qualquer coisa no aeroporto. Fiquei com fome e com preguiça ao mesmo tempo. Pensei em fazer um sanduiche de pão folha, que estava lá na padaria, então comecei a pensar em um substituto. Podia fazer uma panqueca, mas não tenho nem nunca tive na minha despensa farinha. Ou açúcar. Resolvi então fazer uma massa com quinua, minha mais nova obsessão. Fico imaginando o que combina e o que não combina com quinua. E com leite em pó. E se leite em pó combina com quinua.
Ficou bom, hein!
É só fazer uma mistureba de ovo, quinua e leite. Põe na frigideira e deixa virar um disco. Depois recheia com o que tiver. Pronto.
Eu coloquei kani, pepino e queijo cottage. Deve ser light se você não colocar 2 quilos de cottage como eu fiz.





04 junho 2012

As pontes de Madison.

Finalmente vi As Pontes de Madison. Há tanto tempo estou com esse filme no topo da minha lista. Não sei porque fiquei com a impressão que ele era mais antigo. Mas gostei muito. Muito triste e excitante ao mesmo tempo. Será que eles se amaram tanto justamente porque durou quatro dias? Nunca vamos saber, cada um que escolha sua versão. Adoro isso. Cada um faz seu filme. 
Me deu vontade de ver todos os filmes da Meryl Streep. Aí lembrei que Mamma Mia! está entre eles, me deu um desânimo...Mas A.I - Inteligência Artificial, também está e eu sobrevivi (não sem traumas...). E o bom é que como já o vi, não tenho que ver de novo. Nunca mais na vida. Jamais.
Bom, da lista de 38 filmes (não estou contando o que está sendo lançado agora), vi 9. E entraram pra lista de urgências Kramer Vs. Kramer (sério, não vi), Manhattan, e Dúvida.
Achei ela linda no filme. 

E fiquei sabendo que a ponte onde eles se conheceram n'existe plus. Foi queimada em 2002.

03 junho 2012

Carmen 1912-2012

A coisa que eu nunca fiz antes de hoje foi perder uma avó. A outra avó eu nunca tive, nasci sem. Mas a presença dela sempre foi muito constante, porque minha família tem mil (ou um milhão) de histórias pra contar. Foi uma ausência presente, se é que é possível. E de certa forma foi uma sorte, porque aprendi a amar um pessoa que eu nunca vou perder.
Mas agora chegou a hora, minha avó morreu hoje com cem anos! Já tem algum tempo que eu me preparo para esse momento, afinal 80 anos, 90 anos, 100 anos. Que engano! Ninguém está preparado pra perder alguém que ama. Ninguém está preparado pra perder a avó mais amorosa do mundo.